quinta-feira, 16 de abril de 2026

Quando vai deixar de doer?

 Quando vai passar? Quando não vai doer mais? Quando eu vou ouvir o teu nome sem lembrar do meu? Quando as estrelas irão parar de gritar o teu nome lá do céu? Eu preciso de uma data, preciso que me devolvas o agora que eu dei e você nunca me deu, nunca mereceu, preciso que devolvas o meu o coração que está no meu peito mas grita que é seu, preciso de volta, mas não quero ele com você de volta, não nele, preciso que as músicas parem de me levar pra você e me prender chorando no escuro do quarto como agora em plena meia noite e eu ainda esperando as suas rosas, embora uma nunca rosa e um bela prosa curariam minas feridas que você deixou quando foi embora. Preciso

Saber se um dia o amor vai chegar sem o teu rosto, porque sem você hoje a vida não tem gosto e não consigo esquecer do quanto te gosto, eu evito ouvir o teu nome ou a tua voz só pra não lembrar do teu rosto, te pinto de monstro mas és o amor que eu tanto gosto, o sonho que eu tanto sonho, o desejo que tanto almejo e beijo que desesperadamente espero! Preciso de data pra nao morrer de desespero, de saudades e de medo de não voltar amar, devolva- me o coração que está no meu peito, me liberte desse amor se você não vai voltar, preciso levantar e dançar, já tem outra música a tocar, o calendário virou e não posso mais te esperar…

D’Lnegro

Coração partido

 Se os vidros partissem de dentro para fora…


Se os vidros partissem de dentro para fora talvez você perceberia como Me sinto por dentro, tentando respirar mas me cortando o peito, mostrando por fora o que de mais belo tenho por dentro, força, amizade, consideração e entendendo a tua dor, o meu interior só conhece dor.

se me pudesses definir, vermelho seria a cor, minha carne sangra cortando- se na tentativa de se manter viva.

Se por fora perfeito e intocável é menino de cristal, por dentro chora o menino doce sem nade nem ninguém pra ver, tocar ou comprender, se os vidros quebrarem por dentro e não por fora talvez me pudesses compreender, viver entre cacos descalço tentando não gritar alto, a cada corte mantendo o sorriso, não sendo tão dramático, compreendendo que não foi por mal, as pessoas só não estão atentas as tuas lágrimas apenas as tuas dádivas, mas calma nem tudo é dor para o menino de cristal, ele e o menino de olhos açucarados se reconhecem na dor, recebem de vez em quando almas caridosas com cola papel para os seus cacos. Mas talvez se vissem o vidro quebrar por dentro entenderiam o que carrego no peito.

D’Lnegro

Fragmentado

 P.1 Você não é culpado por eu ter te amado, parte de você talvez sim, mas você não é culpado por eu ter gostado, talvez tenha sido tu quem ...